Durante algum tempo, sobretudo após iniciar minha graduação em Psicologia, venho buscando compreender como funciona o ser humano e o mundo. Encontrei respostas e reescrevi várias questões enquanto estive perto de filósofos como Nietzsche, Descartes e Aristóteles. Cheguei a duvidar da importância de disciplinas como Neuroanatomia e Neurofisiologia para a minha formação, e com Freud comecei a montar as primeiras peças do meu, digo, do quebra-cabeça que é a cognição. Atualmente, cursando Neurociências e estudando um pouco de Psicometria, desconfio que os números e a Biologia vêm, aos poucos, reconstruindo a Psicologia.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
Um pouco sobre a doença de Alzheimer
Esquecer o caminho de casa, deixar o almoço queimar e tornar-se incapaz de manusear o dinheiro são indícios de que a cognição está, por algum motivo, "enferrujando". Por trás desse quadro semiológico, que às vezes -- mas só por algum tempo -- passa despercebido por muita gente, não raro constata-se a incidência da doença de Alzheimer. O aumento da expectativa de vida das pessoas faz dessa doença um sério problema de saúde pública, e vários pesquisadores e clínicos têm se empenhado em entendê-la, diagnosticá-la precocemente e, tanto quanto possível, minimizar os prejuízos dela oriundos.
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