No primeiro texto desta série, critiquei a alegação de que o modelo behaviorista clássico de explicação do comportamento, a tríplice contingência (estímulo, reposta e consequência [S:R-C]), "coloca o cérebro entre parênteses". Como procurarei novamente demonstrar, é possível considerar a atividade do cérebro em uma contingência de três termos, embora o behaviorista raramente o faça. Mas, afinal de contas, ele deveria fazer isso? Se deveria, e se o modelo SORC não precisa ser adotado, como seria uma "versão neuropsicológica" da tríplice contingência?
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| O modelo de análise SORC (Haase, 2011) é composto pelo estímulo antecedente (S), as respostas cerebrais (O), o comportamento observável (R) e uma consequência (C). |


