Uma resposta à pergunta "Por que deixei
de ser cognitivista?" deve, ao mesmo tempo, fazer referência a por que me
tornei behaviorista. Embora eu tenha grande apreço por discussões
epistemológicas, o pano de fundo desta retrospectiva será debater duas
hipóteses que explicariam a minha mudança paradigmática, quais sejam:
"Eu deixei o cognitivismo porque eu não o conheço bem" e "Eu deixei o
cognitivismo porque fui socialmente reforçado a fazê-lo". Essas
hipóteses foram aventadas por um amigo cognitivista por quem tenho
apreço e admiração. Parte do que será exposto já foi anteriormente
desenvolvido em um saudável e memorável debate que travamos
virtualmente. Por fim, esta reflexão tem por finalidade comemorar --
porque tenho estado satisfeito com esse novo estilo de vida -- um ano de
prática e elucubrações enquanto behaviorista radical.
Mostrando postagens com marcador Pragmatismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pragmatismo. Mostrar todas as postagens
domingo, 22 de abril de 2012
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Explicações diferentes podem ser igualmente boas?
Seriam, por exemplo, a Psicanálise, a Análise do Comportamento, a Psicologia Cognitiva e a Psicologia Humanista igualmente eficientes em lidar com o comportamento humano? Alguns de nós somos condescendentes e dizemos que "sim". Outros, que "depende" -- afinal, cada qual lidaria com objetos de estudo específicos e, portanto, trabalharia conforme finalidades dessemelhantes. A própria expressão "lidar com o comportamento", aliás, poderia sugerir o objetivo de apenas uma abordagem (o da Análise do Comportamento) em detrimento do das outras. Mas pode haver uma saída para esse embate. Pedro Henrique Sampaio, analista do comportamento, apresentou-nos na XII Jornada Mineira de Ciência do Comportamento alguns recursos que podem ser usados de forma a encurtar diferenças e facilitar a opção por uma ou outra teoria (não necessariamente do campo da Psicologia). Confira sua exímia exposição nos vídeos abaixo.
Assinar:
Comentários (Atom)