Seriam, por exemplo, a Psicanálise, a Análise do Comportamento, a Psicologia Cognitiva e a Psicologia Humanista igualmente eficientes em lidar com o comportamento humano? Alguns de nós somos condescendentes e dizemos que "sim". Outros, que "depende" -- afinal, cada qual lidaria com objetos de estudo específicos e, portanto, trabalharia conforme finalidades dessemelhantes. A própria expressão "lidar com o comportamento", aliás, poderia sugerir o objetivo de apenas uma abordagem (o da Análise do Comportamento) em detrimento do das outras. Mas pode haver uma saída para esse embate. Pedro Henrique Sampaio, analista do comportamento, apresentou-nos na XII Jornada Mineira de Ciência do Comportamento alguns recursos que podem ser usados de forma a encurtar diferenças e facilitar a opção por uma ou outra teoria (não necessariamente do campo da Psicologia). Confira sua exímia exposição nos vídeos abaixo.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Especialize-se em Neurociências pela UFMG
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Terra fértil para o cultivo de novos neurônios
terça-feira, 10 de maio de 2011
Determinismo neurobiológico, liberdade e responsabilidade
“O que é ser livre em um corpo formado por relações imutáveis, previsíveis e determinadas?”(1) Fábio Trad, jurista e deputado federal, levantou em uma matéria recente a questão de se o determinismo neurobiológico ameaça as bases do Direito Penal. Mais especificamente, Trad refletiu -- bem preocupado, devo dizer -- sobre se as explicações neurocientíficas para o comportamento humano são compatíveis com as noções de liberdade e responsabilidade.
Marcadores:
B. F. Skinner,
Críticas e Ideias,
Determinismo,
Direito Penal,
Fábio Trad,
Filosofia,
Liberdade,
Mente-cérebro,
Neurociência,
Steven Pinker
Assinar:
Postagens (Atom)


